Narrador: No capítulo anterior, Ricardo se
revelou para Felipe e assumiu gostar de homens e Felipe aproveitou para revelar
que também está apaixonado por ele; Ao mesmo tempo em que isso acontece Sérgio
vai até a casa de Fernanda e lhe dá um beijo, até que Fernanda o interrompe mandando
ele ir embora!
No outro dia...
Fernanda: Amor você vai à academia hoje?
Ricardo: Hoje vou resolver uns problemas no
banco por isso não vou!
Fernanda: Ah então vou sozinha?
Ricardo: Se não quiser não vai, oras!
Fernanda: Vou sim!
Ricardo: Não arme barraco com o Felipe, por
favor, é muito desagradável!
Fernanda: “Podexá” não irei fazer nada de
errado!
Narrador: Fernanda chega à academia, era
horário de almoço e não tinha ninguém, somente Sérgio, os dois começam a
conversar...
Sérgio: E ai gatinha, tudo bom?
Fernanda: Oi, obrigado pela gatinha, mais
acho que já sou uma gatona, já estou velha!
Sérgio: Prefiro gatinha, me acompanha!
Narrador: Sérgio puxa Fernanda para uma
salinha escondida, e eles se beijam loucamente, Fernanda perde a cabeça e os
dois começam a passar de fase e ela tira a camisa de Sérgio!
Enquanto isso Felipe chega até
academia, e não encontra ninguém e resolve procurar.
Felipe: Que estranho ninguém na recepção,
será que aconteceu alguma coisa?
(assustado) Meu Deus o que é isso?
Preciso tirar fotos! O Ricardo precisa ver isso!
Narrador:No capítulo anterior, Gabriela e Matteo se mudam para Ventura - cidade onde Gabriela nasceu - e a vizinhança já espalha que ela esta de volta e Patrícia a nova mulher de Eduardo fica furiosa e o ameaça caso ele encontre Gabriela.
Mas o que Patrícia não esperava é que Gabriela iria até a sua casa!
Gabriela: Eduardo! Eduardo! (chamando)
Empregada: Dona Patrícia, tem uma moça chamando o Eduardo ele é muito bonita!
Patrícia: mande-a entrar, vai logo encosto!
Gabriela: Boa tarde, dona?
Patrícia: Dona Patrícia, esposa do Eduardo, por quê?
Gabriela: Eu sou a Gabriela, amiga de infância do Eduardo!
Patrícia: Ah então é você, sua descarada! Como você tem a petulância de vir na minha casa, atrás do meu marido!
Gabriela: Desculpa, eu não sabia que você não gostava de mim!
Patrícia: Eu não gosto, eu te odeio! Some da minha vida e do Eduardo!
Gabriela: Ok, eu falo com ele, caso eu encontrá-lo na rua!
Patrícia: Eu disse pra você...
Eduardo: Disse o que Patrícia? Gabi? É você?
Gabriela: Oi Eduardo, quanto tempo, eu estava morrendo de saudades de você, descubri que você já tem um filho!
Eduardo: É eu já tenho sim. Conheceu minha esposa?
Gabriela: É eu conheci sim. Ela...
Patrícia: Ai a Gabi é um amor de pessoa, adorei ela, conheci ela hoje, mais parece que crescemos juntas, não é gabizinha?
Gabriela: é?
Eduardo: Que bom que vocês se gostaram, quero conhecer seu novo amor, temos que marcar um encontro entre nós quatro!
Gabriela: Não sei se o Matteo, vai querer vir.
Narrador: Eduardo vai se despedindo e deixando Patrícia e Gabriela a sós:
Patrícia: É para você e seu marido virem juntos, se você vier sozinha, eu não me responsabilizo!
No próximo capítulo
Matteo e Gabriela vão ao jantar de Eduardo e Patrícia.
Patrícia mostra-se gentil na frente dos “maridos”
Patrícia faz fofocas mentirosas a respeito de Gabi para Matteo que fica furioso.
Dia 02 de junho estreia aqui na TV Multimídia o Especial RBD.
Contaremos fatos que muitas pessoas não sabem e vamos relembrar fatos que quase ninguém se lembra mais.
Não percam é dia 02 de junho...
Narrador: A história começa em um beco no estado de São Paulo, era um beco muito tranquilo, onde todos se conheciam e moram lá um grupo de amigos, na faixa dos15 à 17 anos que são eles Marina, Fabiana, Murilo, Flavia, Laís e André.
Todos cresceram juntos, e se gostam de mais.
Perto desse beco havia um clube, onde com frequência se reuniam pra conversar e brincar.
Voltando ao beco, havia uma casa que acabará de ser vendida para Gerson e Josefá que depois de alguns dias vieram morar juntos com seus filhos Alex e Jéssica que também tinham a mesma idade do grupo de amigos daquela rua...
Depois que essa família se mudou para o beco, a vida de todo mundo daquele lugar mudou para sempre...
Era dezembro, todos de férias, eis que Marina começa a ter um certo interesse em Alex, começava ali o grande conflito, já que a maioria de seus amigos não foram com a cara de Alex.
Até que num final de semana teve uma festa no clube, e é claro que a turma toda foi, e o resultado da festa foi:
Alex e Marina ficaram e foi o ponto de partida para o grande e turbulento namoro...
Alguns dias depois.... ( 31 de Dezembro de 2010)
Alex e Marina estão ficando (escondido), então resolvem passar o reveillon separados, já que sabiam que seus amigos eram contra.
Na mesma noite Alex encontra André e Murilo e faz uma ameaça para os dois: Alex: Eu não quero saber de vocês dois andando com a Marina, isso é uma ordem e se vocês tem zelo a vida, não me desobedeçam! Murilo: Quem você pensa que é? Ela é minha amiga e vou andar sempre com ela! André: Nós crescemos juntos e não vamos mudar por causa de você que chegou agora!
Narrador: Alex vai embora e Murilo e André ficam indgnados...
DETALHES DO PRÓXIMO CAPITULO: Alex: Marina você não vai com eles, ta parecendo uma vagabunda! Alex: Vocês são uns idiotas....
Hoje para quem não sabe é o último dia do nosso programa, e resolvemos então fazer uma homenagem a um dos maiores hospitais psiquiátricos do Brasil:
O Juqueri!
E para começar, iremos fazer um pequeno resumo da história do Hospital.
Hospital Psiquiátrico do Juqueri
O Hospital Psiquiátrico do Juqueri é uma das mais antigas e maiores colônias psiquiátricas do Brasil, localizada em Franco da Rocha (antigo município de Juqueri), na região metropolitana de São Paulo.
O início da construção da Colônia Agrícola Juqueri data de 1895, com o projeto do arquitetônico de Ramos de Azevedo, em uma área de 150 hectares. Inaugurado em 1898 pelo psiquiatra paulista Francisco Franco da Rocha, o Asilo de Alienados do Juqueri passa a denominar-se Hospital e Colônia de Juqueri em 1929. Enfrentou a explosão migratória dos anos 1960 provocada pelo desenvolvimento industrial, que contribuiu para o aumento do desemprego, mendicância e marginalidade.
Reforma psiquiátrica
Em 1958 chegou a ter mais de 14 mil internados. Um pavilhão para menores foi inaugurado em 1922 e em 1957, do total de doentes 3.520 eram crianças.
Num só ano a população de pacientes aumentou em quase quatro mil pessoas, passando de 7.099 em 1957 para 11.009 em 1958.
Em 1981 o complexo contava 4.200 pacientes entre o Juqueri e o Manicômio Judiciário, instalados na mesma área. Além desses, vários órgãos públicos, como escolas, Corpo de Bombeiros, 26º Batalhão da Polícia Militar, lixão e até invasores de terra situam-se na Fazenda Juqueri, com 1.100 hectares ou 731 quilômetros quadrados de área. Tratava-se de uma instituição prestando atendimento aos municípios de Franco da Rocha, Francisco Morato, Cajamar, Caieiras e Mairiporã, no conjunto com cerca de 400 mil habitantes. Esses municípios formaram-se a partir do hospital.
O diagnóstico de 1995 detectou 1.800 internos, 9% dos quais em condição de alta; 13% de deficientes físicos/mentais; 21% de idosos sem doença mental primária; 21% em condição de reinserção social; 36% de doentes mentais em condição de reabilitação.
Em 1998, havia 1.411 internos (741 homens e 670 mulheres) e nenhuma criança. A maioria (47%) tinha entre 41 e 60 anos, estava sob os cuidados de 2.213 funcionários (médicos, técnicos e administrativos).
O Hospício do Juqueri está em um processo de desativação há décadas. Em 2005, cerca de 500 internos foram transferidos para clínicas.
A administração implantou um programa de resgate da cidadania de pacientes, funcionários e moradores. O funcionário passa por cursos de aperfeiçoamento profissional e os pacientes voltam cada vez mais ao convívio com a sociedade e recebem incentivo à manifestação artística, como pintura, escultura e artesanato.
Os pacientes, porém, continuam vagando, mas a diferença é que o Juqueri podia, no passado, ser comparado a um campo de concentração. Hoje melhorou-se a ambiência e os pacientes são tratados com dignidade. Busca-se no Juqueri a vocação para ser uma instituição de saúde mental e assistência integral, que faz reabilitação. Neste movimento, identificaram-se pacientes, providenciaram-se documentos, localizaram-se famílias e reintegraram-se alguns pacientes, providenciaram-se aposentadorias, contas bancárias, poupanças e foi feita uma comissão de internos. Os pacientes andam sozinhos pela cidade quando têm autonomia para cuidar-se. Em geral, são idosos abandonados pela família que o Juqueri mantém abrigados. Alguns deles trabalham durante o dia e retornam à casa ao anoitecer
O FIM
Em 2005 um incêndio atingiu o setor administrativo do prédio do Hospital. As seis horas de fogo destruíram o prédio de dois andares tombado pelo Condephaat, sua biblioteca (a mais completa em livros e periódicos de psiquiatria da metade do século XIX até metade do século XX) e 100 anos da memória do Hospital. Do edifício sobraram apenas as paredes estruturais e uma parte da cobertura do piso inferior em uma de suas laterais. O prédio havia acabado ser restaurado, com reforma do telhado, do piso, vitrais e da estrutura elétrica
Esse assunto é muito importante, por que já se passaram 05 ANOS E NADA ACONTECEU!
Então vamos entender melhor o começo do fim do MAIOR patrimônio da cidade de Franco da Rocha!
Num texto de Iná Rosa e Lucia Teresa.
Comentários e adaptações feitas por: Victor Hugo
Prédio da administração, antes do incêndio
Na madrugada de 17 de dezembro de 2005, o prédio da administração central do Complexo Hospitalar do Juquery foi destruído por um incêndio. Edificação de grande destaque no conjunto arquitetônico projetado pelo arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo na virada do século XIX, é Patrimônio Histórico reconhecido pelo Condephaat.
Exemplar de grande valor arquitetônico, dotado de elementos ecléticos, sintetizou a linguagem construtiva institucional de um tempo histórico que, juntamente com outras edificações existentes na Fazenda Juquery, representam a arquitetura hospitalar daquele período. Sua imponente edificação de dois andares é cartão postal da paisagem franco-rochense.
A estrutura da cobertura do edifício, bem como a das galerias, feita em madeira nobre, como o pinho de Riga, mostrava um trabalho de carpintaria primoroso, cuidado que Ramos de Azevedo demonstrou nas suas portas, janelas e assoalhos. Um vitral destacava-se no saguão central, causando uma sensação agradável ao adentrar ao prédio pela sua porta principal, iluminando o busto de Franco da Rocha que, segundo a versão de funcionários, foi resgatado somente nos últimos instantes que precederam o colapso da edificação.
Lamentavelmente, o fogo reduziu o edifício a escombros, restando apenas as paredes estruturais e uma parte da cobertura do piso inferior, numa das laterais. Queimaram com ele mais de cem anos da história da psiquiatria paulista e brasileira – prontuários médicos, arquivos técnicos e administrativos – que guardavam o dia a dia do Hospital do Juquery desde o tempo do médico Franco da Rocha, fundador da instituição. O edifício abrigava ainda a mais completa biblioteca brasileira de livros e periódicos em psiquiatria da metade do século XIX até metade do século XX.
O incêndio ocorrido em um final de semana, de um final de ano, de uma final de campeonato esportivo, não chamou a atenção da imprensa como poderia ou deveria.
Da mesma forma espera-se que as 16 viaturas mobilizadas pelo Corpo de Bombeiro, conforme noticiado pelo site www.estadao.com.br, tenham sido ao menos capazes de salvar uma parcela do acervo ali guardado. Neste caso muito terá sido feito, pois a construção poderá ser, em algum sentido, restaurada, mas a memória documental ali contida não.
Já se passaram quase 5 anos e não se sabe se o incêndio foi ou não intencional, ele certamente será fruto de mais de uma década de abandono e descaso na manutenção das edificações do Complexo. Cabe ressaltar que o prédio da antiga 3ª Clínica Feminina do Hospital Central, que foi incendiado há alguns anos, ainda não foi recuperado, correndo sérios riscos de desaparecer. Esse risco também se estende à Colônia Azevedo Soares, construída em 1896, primeira edificação do Hospital do Juquery, também projetada por Ramos de Azevedo, há 110 anos com indiscutível valor histórico e arquitetônico.
Diante da tragédia de agora, torna-se necessário cobrar das autoridades a responsabilidade pelo ocorrido exigindo, além das explicações necessárias, um plano de ação que possibilite a preservação do edifício. Corre-se o risco de que o Hospital Central seja retirado da paisagem e talvez, quem sabe, num futuro próximo, até de nossa memória.
A visita feita ao Complexo, no domingo, causou tristeza e indignação. Visto de fora ou a partir dos jardins do pátio interno, o edifício calcinado contrasta dolorosamente com o verde da vegetação que o envolve. A tarde úmida, o silêncio e a fumaça do rescaldo davam aos sentidos a impressão de um velório. Mas ainda assim, o que restou do belo edifício domina a paisagem, testemunho inequívoco que foi construído para permanecer.
Já se passaram 5 anos e nada foi feito, devemos tomar coragem e cobrar das autoridades um esclarecimento sobre o incêndio, e obrigar que começem o processo de restauração do prédio! Afinal o Juqueri construiu a história da nossa cidade, ajudou muitos moradores, e agora que ele precisa de nós, simplesmente fechamos os olhos e deixamos que o imprestável do prefeito acabe com a nosso maior patrimônio. Porque a pouco tempo ele já transferiu parte do nosso hospital para a cidade vizinha! E o substituiu com um calçadão no centro da cidade! Pensem, reflitam e vejam que o Marcio Cecchettini esta acabando com a nossa cidade! Prefiro Franco da Rocha associado à Loucos do que a Corrupção e roubo!
Vejam alguns videos do incêndio do Juqueri e das belezas!
E não podemos esquecer...
Parabéns Franco da Rocha e Juqueri pelo seus 66 anos de vida, que será na próxima terça-feira dia 30 de novembro!