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Mudanças Capítulo 19

Leia capítulo 18


Mudanças – Capítulo 19
Autor: Victor Alvez

O AMOR move o mundo e gera MUDANÇAS

Narrador: No capítulo anterior Felipe é libertado e descobre que para ser solto, Ricardo teve que esquecê-lo e ficar com Fernanda. Sérgio decide armar um plano contra Fernanda junto com Felipe...
Casa do Ricardo

Fernanda: Ninguém merece ser ameaçada por aquele projeto mal sucedido de ser humano!
Ricardo: Cala a sua boca e começa a tomar cuidado, nos últimos dias você fez muitos inimigos!
Fernanda: Não esquenta, eu estou protegida de todos os lados, saberei quando for atacada!
Ricardo: Protegida... Quero ver até quando, você terá lealdade dos seus comparsas...
Fernanda: Vamos mudar de assunto, vamos tomar um banho juntinho?
Ricardo: (risos) Como você é engraçada não é? Morar na mesma casa não significa que voltamos a ser aquele casal lindo de antes, nosso amor acabou, não se esqueça desse grande detalhe!
Fernanda: Você está muito seco Ricardo, eu sei que você ainda gosta da coisa!
Ricardo: Nunca disse que não gostava, mas se eu quiser provar novamente, não vai ser você, se toca Fernanda!
Narrador: Fernanda decide parar de insistir e depois de tomar o banho vai dormir no quarto de hóspede!

No outro dia...

Narrador: Ricardo sai para comprar pão e encontra Sérgio na padaria.
Sérgio: Bom dia Ricardo, eu preciso muito falar com você!
Ricardo: Vamos aqui fora, é melhor!
Sérgio: Que bom que você está de chinelo!
Ricardo: Chinelos? Não entendi!
Sérgio: Esquece. O assunto é que eu preciso da sua ajuda para me vingar da Fernanda!
Ricardo: Não quero me envolver com morte!
Sérgio: Não é morte, só preciso que você me avise quando ela estiver saindo de casa!
Ricardo: O que você vai fazer?
Sérgio: Eu vou dar um susto nela, depois eu solto!
Ricardo: Estou confiando em você, não estou a fim de ser preso!
Sérgio: Não se preocupe o Felipe também está comigo nessa!
Narrador: Ricardo aceita, volta para casa e espera Fernanda sair, mas o que ele não sabe, é que os comparsas de Fernanda ouviram toda a conversa e mesmo assim ela decide sair:
Fernanda: Ricardo meu amor, estou saindo viu!
Ricardo: Vai á pé?
Fernanda: Claro que não né! Vou de carro!...

     Dentro do carro: Fica de olho, se alguém for atrás de mim, vai atrás também!

Comparsa 1: Ta bom dona!
Comparsa 2: Você vai ajudar ela novamente?
Comparsa 1: Não é só um susto que os caras vão dar? Então deixa ela se ferrar um pouco, ela precisa ver que vida de bandido não é fácil!
Comparsa 2: (Risos) Você é foda parça!

Mudanças capítulo 18

Leia capítulo 17

Mudanças – Capítulo 18
Autor: Victor Alvez

O AMOR move o mundo e gera MUDANÇAS

Narrador: No capítulo anterior Ricardo aceita a proposta de Fernanda e consegue soltar o Felipe, os dois se encontram no lugar marcado e vão embora para casa chegando La:

Casa de Ricardo

Ricardo: Pronto!
Fernanda: Enfim chegamos! Lar doce lar!
Narrador: Ricardo e Fernanda saem do carro e vão entrando em casa.
Fernanda: (espantada) O que você está fazendo aqui?
Ricardo: Acho que você tem contas a pagar, não é?
...

Casa do Felipe

Felipe: Que saudade desse tempero mãe, tive muito medo de morrer e não poder me despedir da senhora!
Mãe de Felipe: Eu também tive muito medo, esses dias eu não dormi, qualquer barulho, qualquer telefone eu levava um susto!
Felipe: Desculpa mãe por ter feito a senhora sofrer tanto!
Mãe de Felipe: Não precisa pedir desculpas, você não tem culpa de nada!
Felipe: Mãe que outro assunto a senhora tem para me falar?
Mãe de Felipe: Para você ser solto, o Ricardo teve que aceitar uma proposta da Fernanda!
Felipe: Que proposta mãe?
Mãe de Felipe: Para ela te soltar, ela exigiu que o Ricardo te deixasse e voltasse com ela!
Felipe: Eu preciso conversar com ele!
Mãe de Felipe: Ele não ira te receber meu filho, ele te ama, mas o amor de vocês é impossível!
Felipe: Por que impossível? Nós nos amamos!
Mãe de Felipe: Mais existe um problema chamado Fernanda que não vai deixar vocês em paz!
Felipe:(chorando) Estou cansado dessa vida, vivi escondido numa sombra, tendo que esconder meus sentimentos por causa dos outros, nunca pude ser quem eu queria, tinha que fazer as vontades dos outros, tinha que gostar do que era normal para os outros e não para mim! Quando consigo ser quem eu sou, fazer o que eu quero, amar quem eu quero, vem uma mulher infeliz que não sabe se valorizar querendo destruir a minha vida!
           Eu amo o Ricardo e nada e nem ninguém vai me fazer ficar longe dele, ele é o meu amooor mãe, eu não agüento mais essa vida! (chorando).
Mãe de Felipe: Eu entendo, não é fácil não poder ficar com seu amor!

Casa do Ricardo
...
Sérgio: Exato Ricardo, essa vadia tem muitas coisas para acertar comigo!

Mudanças capítulo 17

Leia capítulo 16


Mudanças – Capítulo 17
Autor: Victor Alvez

O AMOR move o mundo e gera MUDANÇAS

Narrador: No capítulo anterior Fernanda foge de Ricardo e vai direto para o cativeiro, de La ela liga para o Ricardo e faz a proposta de que só solta o Felipe se ele esquecer o Felipe...

[...]

Narrador: O telefone toca!
Ricardo: Alô?
Fernanda: Oi Ricardo, preparado para ouvir a proposta?
Ricardo: Sim, pode falar!
Fernanda: A primeira parte que você já sabe, é esquecer o Felipe!
Ricardo: Eu esqueço! Já está aceito!
Fernanda: Calma Ricardinho! Não seja apressado!
               A segunda parte é você voltar comigo e humilhar o Felipe!
Ricardo: Humilhar? Eu volto com você e a gente vai para bem longe!
Fernanda: Quero morar aqui e humilhá-lo!
Ricardo: Mas ele vai te denunciar!
Fernanda: Isso é um problema seu! Convence-o a esquecer isso tudo! Por que se eu for presa, ele morre!
Narrador: Ricardo pensa bem e decide aceitar a proposta!
Ricardo: Quando você solta ele?
Fernanda: Amanha nesse local [...] as 8 da noite!
Ricardo: Estarei esperando por você!
Fernanda: Você é muito esperto Ricardo!
Ricardo: Quando se tem amor, a gente enfrenta até o diabo!
Narrador: Ricardo desliga o telefone!
Fernanda: Que abusado, me chama de diabo e ainda desliga na minha cara!

Mudanças Capítulo 16




Mudanças – Capítulo 16
Autor: Victor Alvez

O AMOR move o mundo e gera MUDANÇAS

Narrador: No capítulo anterior Fernanda com ajuda seqüestra Felipe, e seu namorado Sérgio desconfia que foi Fernanda que seqüestrou Felipe! Enquanto isso Ricardo vai até a casa de Fernanda por a mesma contra a parede!


Ricardo: (Chamando) Dona Cida! Dona Cida!
Dona Cida: Oi meu filho, o que você quer?
Ricardo: Eu quero falar com a Fernanda!
Dona Cida: Ela está tomando banho!
Ricardo: Sem problemas, eu espero!
Dona Cida: Então entre, o portão está aberto!
Narrador: Ricardo entra e Dona Cida manda Ricardo sentar!
Ricardo: Dona Cida, você está sabendo do seqüestro do Felipe?
Dona Cida: estou não meu filho, quando aconteceu?
Ricardo: Hoje!
Dona Cida: E por que você está aqui procurando a Fernanda?
Ricardo: Por que eu tenho certeza que foi ela que o seqüestrou!
Dona Cida: Tenho certeza que não, ela não está mais ligando para o namoro de vocês!
Narrador: Enquanto isso Fernanda ouve a voz de Ricardo e sai em direção a seu quarto sem que ninguém a veja, pega umas peças de roupas, cartão de créditos e documentos e pula a janela.
Dona Cida: Fernanda você ta viva? O Ricardo está te esperando!
Ricardo: Ela nunca demorou assim no banho!
Dona Cida: Ricardo ela não está aqui!
Ricardo: Olha ela saindo com o carro, ela está fugindo!!!
            Tchau Dona Cida, vou atrás dela!
Dona Cida: Ai meu Deus proteja minha filha, ela só faz merda!

Mudanças capítulo 15

Leia Capítulo 14


Mudanças – Capítulo 15
Autor: Victor Alvez

O AMOR move o mundo e gera MUDANÇAS

Narrador:No capítulo anterior acontece o tal jantar, tudo corre como o esperado, pessoas mascaradas iludindo suas vítimas e encaminhando-os cada vez mais para o plano sanguíneo!


Horas Depois/ Começo de noite...

Narrador: Ricardo liga para Felipe ir até sua casa, quando sair da academia!
Ricardo: Felipe passa aqui em casa quando sair da academia!
Felipe: vou tomar uma ducha e já estou indo!
Ricardo: Estou esperando! Beijos!
Felipe: Beijos!
Narrador: Felipe toma seu banho no vestiário e sai normalmente em direção á casa de Ricardo, quando de repente...
Seqüestrador 1: Parô, parô, paro!
Felipe: O que foi? Quem são vocês?
Seqüestrador 1: Isso é um seqüestro mocinha! S E Q Ü E S T R O!
Felipe: Vocês estão enganados, eu não sou rico, não tenho nada de importante!
Seqüestrador 1: Entra logo no carro, e se gritar vo te enche de formiga!

Narrador: Os seqüestradores colocam o Felipe dentro do carro e saem em disparada para o cativeiro!
Ricardo: Nossa o Felipe esta demorando! Ele nunca demora tanto!

Seqüestrador 1: Dona Fernanda, fizemô o serviço, deu tudo certo!
Fernanda: Parabéns, já já eu passo ai, para ver!
Seqüestrador 1: Tamo no aguardo senhora!

Narrador: Felipe começa a se desesperar e começa a pedir...
Felipe: Socorro!!! Socorro!!! Alguém me ajuda pelo amor de Deus!
Sequestrador 1: Pode gritar a vontade, você está no meio do mato, ninguém vai te ouvir!
Felipe: Capacho!
Narrador: Felipe cospe na cara do seqüestrador!
*SILÊNCIO no ambiente*

Mudanças capítulo 14

Leia capítulo 13


Mudanças – Capítulo 14
Autor: Victor Alvez

O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.
William Shakespeare

Narrador: No capítulo anterior Fernanda começa com seu plano de vingança ligando para Ricardo e pedindo desculpas e Ricardo não acredita!
                Dona Cida para ajudar sua filha vai até a casa de Ricardo e pede para que o mesmo aceite as desculpas de sua filha e o convida para um jantar e ele aceita.

O Jantar...

Dona Cida: Sejam muito bem vindos a minha casa!
Ricardo e Felipe: Muito obrigado Dona Cida!
Fernanda: Tudo bom Ricardo?
Ricardo: Tudo sim e você, como anda a vida?
Fernanda: Estou indo, tentando me recuperar de todo o mal que eu fiz e sua vinda até aqui vai me ajudar bastante!
Ricardo: Que bom Fernanda, gosto bastante de você, e queremos que você seja muito feliz!
Fernanda: Muito obrigado. Mas acho que agora está na hora de comer a comidinha da mamãe não é?
Ricardo: Opa concordo! E onde esta o Sérgio?
Fernanda: Logo ele está batendo ai!
Narrador: Os quatro se sentam a mesa e o Sérgio chega!
Sérgio: Boa noite á todos! Como vai Ricardo!
Ricardo: Boa noite Sérgio, vou muito bem, obrigado!
Narrador: Todos começam a comer, o clima flui muito bem, mal parece que tempos atrás, o clima era de guerra!
Sérgio: Ricardo eu preciso falar com você, vamos ali à sala!
Ricardo: Pronto, pode falar!

Pesadelos Mascarados | Cap. 13 [Último Capitulo]



Capitulo Treze – Gran Finale

Um ano depois…

Ibiza. Essa é a resposta. Se você quiser saber onde se divertir nas melhores baladas com mulheres safadas e ainda curtir uma praia no dia seguinte? Se você quiser aproveitar belezas naturais e ainda mexer kuduro? Se você quiser sexo sem compromisso durante uma colônia de férias? Ibiza, Ibiza, Ibiza. Essa é a resposta.
E onde mais eu poderia estar durante meu recesso de trabalho se não numa terra onde todos querem o mesmo que eu? Nas minhas últimas férias eu fui da America do Norte à Ásia para nada e depois de um ano eu bem que mereço um descanso de verdade. Em uma ilha no atlântico, é tudo o que eu preciso.
Aqui nesse patrimônio mundial não faltam Boas Festas, Festivais, Mulheres Gostosas, Vodka Absolut e muito menos Curtição. Chega de buscar um equilíbrio espiritual, o que eu quero mesmo é curtir a vida com lindas mulheres.
Ainda é dia e eu estou numa praia maravilhosa, não é de nudismo, porém não deixa de ser maravilhosa. As mulheres estão todas tomando sol com seus biquínis minúsculos e cavadinhos, vez ou outra a maré batia no corpo delas fazendo-as dar gritinhos e eu me divertia bastante com isso.
Passei por uma loirinha que se bronzeava ao pé do mar e me sentei descontraidamente a seu lado, mas ela sabia que quando um marmanjo se aproximava significava que ela iria levar uma cantada e logo se preparou.
- iHolla! – Falei com meu espanhol não muito bom.
- I’m Australian. – “Eu sou australiana” ela falou repreendendo-me.
- Ok. – Falei. – My name is Charlie and I’m Brazilian. – “Meu nome é Charlie e eu sou brasileiro” tentei melhorar.
- Cool, I have seen a lot of Brazilian men here. – “Legal, eu tenho visto muitos homens brasileiros aqui” continuou a me repreender.
- Do you live in Sidney? – “Você mora em Sidney?” ralhei.
- Yes, yes, but I don’t want talk with you now, ok? I don’t like men. – “Sim, sim, mas eu não quero conversar com você agora, ok? Eu não gosto de homens.” Disse logo e confesso que me surpreendi. Mas não desisti.
- I don’t care because I can make you like men in a second. – “Eu não me importo por que eu consigo fazê-la gosta de homens em um segundo”

Mudanças Capítulo 13


Leia capítulo 12


Mudanças – Capítulo 13
Autor: Victor Alvez

O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.
William Shakespeare

Narrador: No capítulo anterior Ricardo e Felipe tentaram fazer um boletim de ocorrência e acabaram sofrendo preconceito! Sérgio dá uma bronca em Fernanda por ela ficar armando provas contra eles e Fernanda resolve agir logo!

Narrador: Fernanda liga para Ricardo.
Fernanda: Alô Ricardo?
Ricardo: Você não tem vergonha de me ligar não? Quase me matou!
Fernanda: Eu estou ligando para lhe pedir desculpa!
Ricardo: Você faz tudo isso para pedir desculpa depois?
Fernanda: Minha mãe conversou comigo e percebi que estava ficando maluca!
Ricardo: Eu não acho que este pedido de desculpa seja sincero!
Fernanda: É sim, eu estou muito arrependida e preciso do seu perdão!
Ricardo: Fernanda eu preciso sair, depois a gente se fala!
Fernanda: Ok então, depois eu te ligo! Beijos
Ricardo: Fica com Deus!

Mudanças 12º Capítulo

Leia caítulo 11

Mudanças – Capítulo 12
Autor: Victor Alvez

Tudo tem uma explicação, até mesmo quando somos tomados por total descontrole pessoal. Infelizmente é impossível pensar antes de errar.
Érwelley C. de Andrade ALB  

Narrador: No capítulo anterior, Fernanda acerta o braço de Ricardo com uma tesoura, e avisa sua mãe que irá matar o Felipe, sua mãe pede para que ela tenha muito cuidado e Fernanda envia um sms para o Felipe que está com Ricardo no motel!

Narrador: Celular de Felipe recebe um SMS anônimo:

 A vida é bela para quem sabe aproveitar!
Longa para quem sabe viver!
Curta para quem..............................
Aproveite bem seus dias! Usufrua bem o motel!

Felipe: Meu Deus! Olha isso!
Ricardo: Isso é coisa dela. Como a Fernanda sabe onde estamos? Eu estou começando a ficar apavorado com ela!
Felipe: Temos que denunciá-la na policia antes que aconteça alguma coisa mais grave!
Ricardo: A situação esta completamente fora do controle mesmo!
Narrador: Ricardo e Felipe saem do motel e vão para a delegacia, onde são mal tratados!
Ricardo: Eu queria prestar uma queixa contra minha ex-mulher!
Atendente Delegacia: Contra sua ex-mulher? Essa é nova! Pode explicar?
Ricardo: Eu me separei dela para ficar com meu parceiro e ela não aceita. Já tentou me matar e agora esta ameaçando de terminar o serviço!

Pesadelos Mascarados | Capítulo Onze [Reta Final]




Capitulo Onze – A Trocada De Porto Seguro

Porto Seguro é comprovado, historicamente, como o marco onde o Brasil começou. Mas se você não prestou atenção nas aulas de história eu vou lhe explicar: Nas caravelas portuguesas de 1500, comandadas por Pedro Álvares Cabral quando avistaram as Ilhas de Vera Cruz, ou o atual Brasil, aportaram em Porto Seguro.
Mas enfim, é um lindo começo para um país, considerando as condições ambientais daquela época dava para se imaginar a mata verde se erguendo além da faixa de areia do mar, as índias – que deram origem às baianas de atualmente – andando desnudas pela relva e admirando a imensa faixa azul do oceano.
Eu desembarquei no Aeroporto de Porto Seguro-BA, cheio de esperanças de encontrar uma luz, um caminho para minha vida. O movimento lá era caótico – não tanto como o Santos Drummond -, mas eu não via em nenhuma silhueta que por mim passava o violão com som de berimbau de um nativa. Segui de táxi para o meu hotel, dei entrada lá e segui para a praia.
O movimento na praia era bem melhor. O sol estava escaldante, as mulheres andavam com seus biquínis mais curtos e provocavam sem limites os marmanjos daquela faixa de areia banhada pelo mar. Beldades iam e vinham, eu não me decidia, por que nenhuma fazia meu coração bater mais forte, era outro órgão do meu corpo que demonstrava abalos.
Eu continuei caminhando pelo calçadão tomando uma água no côco gelado até que eu avisto a alguns metros de mim, em uma duna de areia falando ao telefone, uma mulher baixinha, morena, cabelos ondulados, peitos e bunda avantajada e lábios carnudos. Era ela! Não que eu estivesse apaixonado ainda, mas ela me fisgou de tanta excitação.
Fui me aproximando dela e deu para ouvir um pouco do que ela conversava ao telefone.
- Peu, então você não vai mesmo deixar de me levar no show da Daniela pra ir jogar bola? – Ela perguntava irritadíssima. – Ok, faça-me o favor então de não me procurar mais! – Ela chantageava, mas não pareceu funcionar. – Sabe o que é que eu vou fazer? Eu vou dar pro primeiro que aparecer!
Essa frase fez efeito e ela desligou o telefone, afundando o corpo nas dunas. Eu, me aproveitando da vulnerabilidade dela, fui me aproximando.
- Oi. – Fui falando. – Tá tudo bem com você?
- Sim… - Ela respondeu, mas mudou de ideia. – Não! Eu to tudo, menos BEM!
- Shi… Calma. – Eu sentei ao lado dela e ofereci meu ombro, ao qual ela acolheu, mas depois percebeu um pequeno detalhe.
- Hey, eu não te conheço. – Ela levantou-se de um salto.
- Eu sou Charlie. – Falei.
- Eu sou Preta. – Ela apresentou-se. – Muito prazer.
- O prazer é todo meu. – Retribuí. – Se você me dá a liberdade, eu posso saber o motivo da sua tristeza, Preta?
- Sim. – Ela respondeu e suspirou. – O idiota do meu namorado vai deixar de sair comigo hoje à noite, para jogar bola com os amigos.
- Ele deve mesmo ser um idiota! – Concordei.
- Você é daqui?
- Não, eu sou carioca.
- Você sabia aqui uma promessa é divida?  - Ela perguntou e eu engoli em seco antes de dar a resposta.
- Não, por quê?

Pesadelos Mascarados | Capítulo Nove



Capitulo Nove – A mulata do Leblon

E aqui estou eu novamente, no Rio de Janeiro, olhando os pecados passarem por mim, uma por uma, morenas, loiras, negras, gringas etc. Mas… por que sempre há um mas?, Christine realmente me traumatizou, ela era casada! Não que eu me incomodasse com isso, mas eu realmente não tinha a intenção de passar somente uma noite com ela. Eu queria mais, muito mais.
Contudo, a vida continua e eu ainda não perdi meu gosto por ela. Afinal, mal cheguei e já estou fazendo minha caminhada, estava com muita saudade da maresia e da brisa cortante no calor no sol, não tem coisa melhor do que o verdadeiro hell que é o Brasil. Não tem fábrica melhor de mulher bonita, praias mais bonitas e muito menos simpatia.
Eu só estive uma semana fora do Brasil, mas vivi tanta coisa, tanta coisa, que acho que algumas pessoas passarão a vida para amadurecer a metade. Eu transei com uma advogada divorciada, conheci uma súcubo, fui num centro de macumba, tive uma fantasia sexual com uma súcubo, fiz sexo a três, conheci Petra e um Xamã super bizarro ao qual nem lembro o nome e ainda me envolvi com uma mulher casada. Quantos homens neste mundo não largariam suas vidas para ter essa semana que eu tive? E algo ainda me dizia que não para por aí, amanhã já estou embarcando para Porto Seguro, Bahia.
Ah, as baianas...
Voltando ao meu calçadão resolvi finalmente começar a caça, a conquista, a paquera, a azaração, ou seja, lá o nome que você dê a isso. Vi uma deusa, negra, cabelos volumosos e curvas perfeitas. Seus lábios carnudos imploravam por minha boca, agora observe e aprenda:
- Oi. – Cumprimentei ao sentar no banco ao seu lado.
- Falou comigo? – Debateu de forma esnobe, mas ela podia, ela podia tudo...
- Com quem mais estaria falando? – Retruquei a altura.
- Cara, eu nem te conheço pra você tá falando assim comigo, se saia! – Falou e já ia se levantando quando eu segurei no seu braço e me levantei junto a ela.
- Ok, me desculpe. – Pedi e vi-a desarmar. – Oi, eu sou Charlie, qual é o seu nome?
- Thais, muito prazer. – Respondeu um pouco mais simpática.
- Prazer, Thaís, você é muito linda. – Elogiei casualmente.
- Eu não me intimido. – Sempre com uma resposta na ponta da língua...
- Isso só te faz mais linda... – Persisti.
- Ah... – Suspirou e sorriu, mostrando seus dentes lindos e brancos em contraste a pele.
- De onde você é? – Perguntei interessado.
- Leblon e você?
- Daqui mesmo. Quer conhecer meu apartamento? É logo ali...

Pesadelos Mascarados cap 6

Leia capítulo 5


Capitulo Seis – As coelhinhas da balada
As luzes piscavam sem cessar. Mais do que isto. Elas mudavam de cor sem que qualquer olho notasse e depois todas as pessoas pareciam se mover em câmera lenta. O pior não era nem isso, a música que estava tocando exercia um controle absoluto sobre o nosso corpo, pois ninguém conseguia ficar parado.

Nesta manhã, eu havia acordado com todos os sinais de que a Succubus esteve em meu subconsciente. Primeiro, eu me lembrei do sonho e a principio dei até um sorriso sonolento, mas logo em seguida me dei conta de que isso era mal para mim por que eu me sentia completamente dormente. Depois ainda pude perceber uma crosta branca sobre a minha calça que parecia cola seca. Caí no sono novamente.

Quando acordei eram mais de quatro horas da tarde e eu já havia decidido que iria para a Jordânia visitar os tais xamãs, Yardim até me falara o nome de um deles, Hayali. Rapidamente comprei minha passagem para o dia seguinte e para que a viajem não passasse em branco (se é que isto era possível) me organizei para ir a uma balada com um requinte mexicano nesta noite e cá estou eu. No meio da molecada.

É incrível como só tinham pessoas jovens aqui, faixa etária de vinte anos e ninguém parecia se incomodar com o coroa de 35 anos no meio da pista olhando para os lados e dando piscadinhas. É nessas horas que eu agradeço ao tempo que pareceu parar nos vinte e oito para mim. 

Entre um embalo e outro percebi uma garota novinha, de mais ou menos 19 anos, me encarando. Eu apenas pisquei para ela com um olho só e continuei dançando, no entanto percebi que ela estava fazendo um gesto para eu segui-la e assim fui.

Ela foi se afastando pela multidão e eu não mais atravessava a pista de dança furtivamente, eu a cruzava como um desesperado e vez ou outra me deparava com um olhar depreciador. Mas eu fingi nem notar, a garota estava desaparecendo e eu estava completamente perdido. Estanquei, olhei para um lado, para outro e não a achei. “Aquela garota esta brincando comigo” pensei, mas então senti uma mão me puxando por trás e a vi.

A garotinha parecia ainda mais miúda de perto, contudo tinha um corpo de mulher e eu me deixei guiar por ela. Nós atravessamos praticamente a boate inteira até chegarmos a uma escadinha que levava a uma salinha reservada de onde se tinha uma visão panorâmica de tudo o que estava acontecendo.

Naquela salinha havia apenas um sofá grande e confortável e uma mesinha onde havia posto um champanhe, contudo o mais interessante lá eram as duas mulheres sentadas no sofá se acariciando constantemente. A novinha que subiu comigo dirigiu-se as três e me deixou para trás sem saber o que fazer.

- Niñas, miren el hombre. – Ouvi-a dizer e cheguei a conclusão de que eram latinas, melhor ainda. Elas eram quentes!

As duas garotas pararam instantaneamente de se alisar e me olharam com o tesão estampado no olhar delas. Retribuí o gesto calmamente e vagarosamente fui em direção a elas, eu podia sentir uma chama sucumbindo por dentro de cada corpinho ali presente. Havia uma beleza única e diferencial nelas e ao mesmo tempo um charme comum. Meu olhar estava magnetizado diretamente a uma ninfeta no canto do sofá, ela estava se lambuzando com o próprio dedo.

Correntes elétricas cruzavam meu corpo a cada milésimo de segundo e podia sentir a ereção. Essa noite vai ser a noite. Quando finalmente cheguei perto o suficiente, ela me puxou, como uma tigresa canibal. Agarrando-me com força extrema e praticamente me comendo com os lábios. As outras já estavam fumaçando e começaram a se despir sensualmente e a beijar-se. Eu estava louco de tesão, pela primeira vez na vida não sabia o que fazer.

Sentei no sofá de forma casual e coloquei uma garota no meu lado esquerdo e outra do lado direito. Enquanto a terceira acariciava o meu material. As duas ao meu lado disputavam constantemente a minha boca e meus lábios já estavam cansados. Quando finalmente tive um instante para respirar senti um arrepio no corpo inteiro. Era a terceira garota que estava me lambuzando deliciosamente.

Agora eram as três que estava lá em baixo e lutando por uma causa muito “maior”. Foi então que uma delas meio que se livrou de todas e subiu em cima de mim, minha calça, não me pergunte como, já havia sido tirada e ela tirou minuciosamente o pênis da cueca e encaixou-o na sua boceta. Olhei para o lado e as outras duas garotas estavam rolando no chão, se beijando e tirando suas roupas num frenesi delicioso.
Uma das garotas que estavam bolando no chão se levantou e deu uma encoxada na que estava em cima de mim e começo a alisá-la e induzi-la a sair. Eu estava me sentido um brinquedo nas mãos dela, mas eu era brinquedo mais feliz do mundo.

A garota saiu de cima de mim e eu fui logo agarrando a outra e mudando de posição. Ela me olhou maliciosamente, mordeu os lábios e sorriu.
Isso é tudo o que eu lembro...

E esse foi o sexto capítulo de Pesadelos Mascarados de autoria de João Paulo, não perca na próxima sexta, as emoções dessa web novela

Pesadelos Mascarados capítulo 5


Leia capítulo 4


Capitulo Cinco – A empregadinha do Plazza

Quando cheguei a minha suíte no Plazza Hotel, me joguei na cama e contemplei o teto com a mente vazia por alguns minutos, mas de algum modo uma mancha d’água no forro fez-me lembrar do Yardim e por um momento todas as suas palavras vieram à tona na minha cabeça. Dando inicio a uma longa reflexão para que caísse a ficha da realidade.

Tudo o que ele dissera realmente se encaixara com o sonho, e depois eu dei uma pesquisada no Google pelo meu i-phone e uns sites de lendas e mistérios antigos reafirmaram as características das Succubus ditas anteriormente por ele.

Eu nunca acreditei em lendas! Para mim elas não passavam de histórias inventadas por pessoas, baseadas em algum momento da vida, contudo aumentadas vigorosamente por mentes criativas. Porém Yardim com seu tom de voz arrogante e intimidador aniquilou a minha descrença com apenas cinco palavras – Elas são demônios dos sonhos.

Ao fim da consulta, Yardim pedira uma gratificação pelos conselhos. No momento, eu estava tão abismado que acabei dando vinte dólares a mais a ele e pelo visto Sempati havia percebido com seu semblante terrorista. Eu devo me organizar para uma possível viajem a Petra, na Jordânia, caso Albha ou qualquer outra Succubus apareça e absorva minha energia.

No fundo eu sabia que queria ela ali do meu lado. Queria dormir para encontrá-la. Ela fazia-me sentir seguro, vivo, humano e honesto. Ela tornara-se meu ponto fraco, mas era como se nunca tivesse existido para as outras pessoas e nunca existiu realmente. Sem perceber e aos poucos, minhas pálpebras foram selando-se automaticamente.

 O sol da manhã estava irradiando pelas janelas deslumbrantemente arquitetadas do Plazza. Eu me remexi descontroladamente pelo colchão macio e pude sentir seu cheiro de roupa limpa. Será que no fim nada havia acontecido? A Succubus resolvera parar de me atormentar e pronto?

Procurei qualquer indicio de sua estada, mas não encontrei. Sentia-me perfeitamente disposto, não sentia nenhuma sensação estranha na cueca e não me lembrava de ter tido um sonho erótico, contudo havia um fato curioso. Eu deitei na cama com o meu terno e agora estava com uma cueca branca que eu nem sequer lembrava que tinha. Talvez eu tivesse me despido durante a noite e não me lembrava.

Ouvi duas batidinhas leves na porta e uma voz gritou do lado de fora “Serviço de Quarto!”, sem pensar suas vezes eu ordenei que a faxineira entrasse, mas não tinha me dado conta do que estava vestindo e rapidamente coloquei um travesseiro por cima da cueca e permaneci deitado.

Vagarosamente a porta foi se abrindo e primeiramente pude notar uma perna esbelta e nua cruzando a soleira da porta e depois o corpo todo se materializou na minha frente, na mesma hora que pude observar o corpo seminu parado a minha frente me ericei. Era Albha quem estava lá, vestindo apenas uma fantasia erótica de empregada, cuja parte que cobria sua vagina era de um tecido preto transparente.
- O que você está fazendo aqui? – Perguntei surpreso. Eu ainda não sabia como ela tinha se materializado para o plano físico.

- Eu vim te ver, afinal é o que você queria. – Respondeu com toda aquela autoconfiança na voz e deitou-se sobre mim, deixando sua parte intima separada da minha apenas pelo travesseiro.

- Não, eu não queria te ver! – Relutei, mas era nítido o tom oscilado na minha voz.
- Você quer sim, mas aquele maldito Xamã te alertou sobre mim! – Pigarreou. – Mas eu lhe garanto que você nunca terá uma experiência como essa de agora na sua vida, eu sou uma mulher muito experiente. – Persuadiu-me em tom malicioso e deu um selinho na minha boca, mesmo eu estando com os lábios cerrados.
- Para o seu governo, - aleguei em tom autoritário – no fim de semana mesmo, antes de você aparecer no meu sonho eu havia acabado de transar com uma mulher de quarenta anos.
- HÁ HÁ HÁ! – Ela debochou para a minha total perplexidade. – Perto de mim ela é um bebê!
- E quantos anos você tem? - Perguntei receoso de que fossem uns oitenta.

- 749! – Ela respondeu prontamente e me deu mais um selinho, porém meus lábios não retribuíram o gesto. – A energia vital dos homens, incluindo a sua, conservou minha aparência.
- Eu não posso transar com você mais, você é velha, e suga minha energia vital. É nojento. – Disparei sem pensar no que eu estava dizendo.

- Isso é o que veremos! – Desafiou-me e tirou o travesseiro de plumas que nos separava.
Cuidadosamente ela foi se esquivando até chegar a parte mais fria do meu corpo e lá se demorou mais um pouco, usando a língua e a boca cautelosamente para arrancar algum espasmo de prazer de mim e admito que ela conseguiu. Não foi preciso mais do que alguns instantes para que eu desse o primeiro suspiro e depois outro e depois outro e assim foi sem compasso. Realmente ela era experiente e fazia como ninguém mais, tudo bem que ela já tinha dado uma prova disso na noite passada, mas hoje ela estava se esforçando para fazer ainda melhor.

Eu não estava conseguindo resistir, o único jeito de me livrar dela seria ir para Petra mesmo. Albha obtinha todo e qualquer controle sobre mim.

- Espere! – Ordenou hipnoticamente quando percebeu que eu já estava quase ejaculando e um comando do meu cérebro percorreu todo o meu corpo para impedir aquele fato.

Ela desviou totalmente do que estava fazendo e foi subindo novamente até que seu rosto ficasse cara a cara com o meu. Virei meu rosto abruptamente, negando qualquer participação minha naquilo, mas ela assumiu o controle e encaixou meu pênis em sua vagina enquanto ela mesma fazia os movimentos. Não sabia quanto tempo eu poderia resistir, mas até que durou uma quantidade significativa. Alguns minutos e depois contribuí totalmente com o ato e até recuperei o tempo perdido.

Essa foi uma web novela de João Paulo Alves, não perca na próxima sexta, mais emoções, aventuras e muita sensualidade em PESADELOS MASCARADOS!